
Frevo Nº 1 do Recife
Almir Rouche
Saudade e celebração do Recife em “Frevo Nº 1 do Recife”
“Frevo Nº 1 do Recife”, de Almir Rouche, destaca a forte ligação emocional com o Carnaval recifense, evidenciando como a saudade dessa festa é sentida de maneira intensa. Logo no início, a música cita clubes tradicionais como Clube das Pás e Vassourinhas, que são mais do que simples nomes: representam símbolos vivos da cultura e da memória afetiva do Recife. Essas referências reforçam o papel central do Carnaval e do frevo na identidade local.
A letra também traz imagens marcantes dos passistas “traçando tesouras nas ruas repletas de lá”, evocando as coreografias vibrantes do frevo, e dos maracatus “chegando à cidade cansados, com seus estandartes no ar”, que remetem à tradição dos cortejos e à força das manifestações populares. O sentimento de distância aparece claramente em “De que adianta se o Recife está longe / A saudade é tão grande que eu até me embaraço”, mostrando a nostalgia de quem está longe da cidade, mas mantém o Recife vivo na memória e no coração. Personagens como Valfrido Cebola, Aroldo, Fatia e Colaço são citados para reforçar esse vínculo afetivo. Almir Rouche, reconhecido como figura emblemática do Carnaval pernambucano, transforma a canção em uma homenagem à cultura local, celebrando tradições, personagens e o sentimento universal de saudade das raízes e da alegria coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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