
Casa Amarela
Almir Rouche
Carnaval sem fim e tradição em “Casa Amarela” de Almir Rouche
A música “Casa Amarela”, de Almir Rouche, aborda de forma direta a resistência do povo pernambucano em aceitar o fim do Carnaval. O verso “Não quero saber de alegria virando cinzas numa quarta-feira” deixa claro o desejo de prolongar a festa além da Quarta-feira de Cinzas, quando oficialmente o Carnaval termina. Almir Rouche utiliza referências marcantes, como a Sé de Olinda e o bairro de Casa Amarela, para mostrar que a folia ultrapassa limites geográficos e temporais, unindo Olinda e Recife em uma celebração contínua.
O título faz referência ao bairro de Casa Amarela, conhecido por manter viva a tradição carnavalesca com blocos como o Bloco da Ressaca, que estendem a festa para além do calendário oficial. A letra reforça esse espírito de resistência ao cotidiano e à passagem do tempo, especialmente no trecho “É cedo ainda, é cedo ainda”, que sugere que a alegria não deve ser interrompida. O frevo, ritmo típico da região e marca registrada de Almir Rouche, aparece como elemento central que conduz o personagem da música por diferentes bairros, simbolizando a busca constante pela felicidade e pela continuidade da festa. Assim, a canção celebra não só o Carnaval, mas também a identidade cultural e a paixão do povo pernambucano por suas tradições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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