
De Chapéu de Sol Aberto
Almir Rouche
Carnaval e tradição em “De Chapéu de Sol Aberto” de Almir Rouche
“De Chapéu de Sol Aberto”, de Almir Rouche, destaca como o frevo e o Carnaval são elementos centrais da identidade e da emoção de quem vive essa tradição em Pernambuco. O “chapéu de sol aberto” faz referência direta à sombrinha colorida, símbolo do frevo, e desfilar com ela pelas ruas representa pertencimento e celebração coletiva. Quando a letra diz: “Eu vou e venho pra onde não sei / Só sei que carrego alegria pra dar e vender”, evidencia-se o espírito livre, a espontaneidade e a energia contagiante que marcam o Carnaval.
O verso “Espero um ano inteiro até ver chegar fevereiro / Pra ouvir o clarim clarinar e a alegria chegar” mostra a expectativa e a ansiedade pelo Carnaval, ressaltando como esse momento é aguardado com entusiasmo. O clarim, instrumento típico das orquestras de frevo, simboliza o início da festa e a explosão de alegria. A música também expressa respeito e devoção à tradição, especialmente no trecho: “Mas, se um dia o frevo acabar / Juro que eu vou chorar”. Aqui, Almir Rouche transmite o temor de perder uma parte fundamental da cultura pernambucana. Assim, a canção funciona tanto como uma celebração vibrante quanto como um manifesto pela preservação do frevo, refletindo o orgulho e a paixão de Pernambuco por sua cultura.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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