
Frevo Ciranda
Almir Rouche
A celebração da cultura pernambucana em “Frevo Ciranda”
Em “Frevo Ciranda”, Almir Rouche une dois dos ritmos mais marcantes de Pernambuco, o frevo e a ciranda, para destacar a riqueza e a diversidade da cultura local. A música faz referência direta ao imaginário afro-brasileiro ao mencionar o momento em que o narrador vê um “peixe amarelo” no mar, que logo se revela como Iemanjá, Rainha do Mar, dançando uma ciranda. Essa imagem conecta o cotidiano da praia do Janga à presença simbólica e protetora de Iemanjá, uma das principais divindades das religiões de matriz africana, mostrando como o sagrado está presente nas manifestações populares e nas festas do estado.
A letra transmite uma sensação de alegria e encantamento, típica das festas do Nordeste, especialmente do carnaval. Ao descrever a cena da ciranda à beira-mar e a surpresa de ver Iemanjá participando da dança, a canção valoriza o encontro entre o real e o fantástico, o profano e o sagrado. O tom leve e festivo, reforçado pela escolha dos ritmos e pela simplicidade das palavras, convida o ouvinte a celebrar a cultura pernambucana e a se envolver com a energia contagiante da ciranda e do frevo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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