
Máscara Negra
Almir Rouche
Carnaval, saudade e reencontros em “Máscara Negra”
“Máscara Negra”, interpretada por Almir Rouche, explora a mistura de alegria e nostalgia típica do Carnaval brasileiro. A música, composta por Zé Keti e Pereira Matos nos anos 1960, faz referência direta aos bailes de Carnaval do Rio de Janeiro, onde personagens clássicos da commedia dell’arte, como Arlequim, Pierrô e Colombina, eram figuras centrais. O verso “Arlequim está chorando pelo amor da Colombina no meio da multidão” destaca o contraste entre a festa animada e a tristeza de amores não correspondidos, trazendo à tona o sentimento de saudade mesmo em meio à folia.
A máscara negra, mencionada na letra, simboliza tanto o anonimato e a liberdade do Carnaval quanto a tentativa de reviver um amor antigo. O trecho “A mesma máscara negra, que cobre teu rosto, eu quero matar a saudade” mostra o desejo do personagem, que se identifica como Pierrô, de reencontrar e reviver um romance do passado. O refrão “Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é carnaval” resume o espírito permissivo da festa, onde as regras sociais se flexibilizam e gestos ousados são permitidos. Assim, a canção celebra não só a alegria coletiva do Carnaval, mas também as histórias pessoais de amor e saudade que acontecem sob as máscaras e confetes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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