
Último Regresso
Almir Rouche
Tradição e resistência cultural em “Último Regresso”
A música “Último Regresso”, de Almir Rouche, expressa o temor coletivo de ver desaparecer tradições essenciais do carnaval recifense, especialmente os blocos líricos. O verso “Falam tanto que meu bloco está dando adeus pra nunca mais sair” evidencia a preocupação com o fim desses grupos, que são parte fundamental da identidade cultural de Recife. O contexto reforça que a canção é uma homenagem aos blocos líricos e às pastorinhas, figuras centrais do carnaval local. Almir Rouche, conhecido por sua atuação como puxador do Galo da Madrugada, tem papel importante na defesa e valorização dessas tradições.
A letra também destaca a beleza do amanhecer ao som dos blocos, como em “É lindo ver o dia amanhecer com violões e pastorinhas mil”, transmitindo sentimentos de saudade e orgulho. O trecho “Não deixem não, que um bloco campeão guarde no peito a dor de não cantar” é um apelo para que a comunidade proteja essas manifestações culturais, ressaltando o valor simbólico e afetivo dos blocos para o povo recifense. Dessa forma, “Último Regresso” se consolida como um hino de resistência e celebração da cultura pernambucana, ao mesmo tempo em que revela a fragilidade dessas tradições diante das mudanças do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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