
Boiada
Almir Sater
Mistério e saudade na vida rural em “Boiada” de Almir Sater
Em “Boiada”, Almir Sater utiliza a imagem da “curva da estrada” para simbolizar o desaparecimento do peão e sua boiada, trazendo à tona o mistério e a transitoriedade da vida no campo. A letra cria um clima de saudade e contemplação ao narrar a partida silenciosa de alguém que se perde no tempo, assim como a poeira levantada pela tropa, que logo se dissipa. O verso “A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, tropa viajada” reforça essa ideia, comparando o tempo à poeira que cobre e apaga as marcas do passado.
O contexto da música está profundamente ligado ao universo dos peões e das comitivas, evocando uma época em que “a tropa ainda viajava” e as histórias eram passadas de geração em geração, muitas vezes envoltas em mistério. A repetição de que “ninguém sabe nada” e as referências a “coisas assombradas, verdades juradas” mostram como a falta de respostas alimenta o imaginário coletivo, transformando fatos em lendas. Ao ser escolhida como tema para personagens marcantes da novela “Pantanal”, a canção reforça o sentido de tradição e os laços familiares marcados por ausências e destinos incertos, tornando-se um retrato universal dos mistérios e da saudade presentes na vida rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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