
Boieiro do Nabileque
Almir Sater
Cotidiano e tradição pantaneira em “Boieiro do Nabileque”
A música “Boieiro do Nabileque”, de Almir Sater, retrata o cotidiano dos boiadeiros do Pantanal e sua relação íntima com a natureza e as tradições locais. Ao mencionar o boieiro que “vai levando gado e gente, o sal grosso e a semente”, a letra evidencia não só o trabalho de conduzir o gado, mas também a responsabilidade de transportar insumos essenciais, como o sal grosso e as sementes, fundamentais para a subsistência e o ciclo produtivo da região. O destino citado, “Porto de Corumbá”, reforça a ligação entre o trabalho dos boiadeiros e o fluxo comercial e cultural do Pantanal.
A canção também valoriza a beleza natural e a riqueza cultural da região. Quando Almir Sater canta “um amor, toda beleza, como um canto de nobreza, desliza na veia d’água, Eh! Rio Paraguai”, ele utiliza o rio como símbolo de vida e movimento, destacando seu papel central na paisagem e no imaginário pantaneiro. A referência ao “velho bugre entoando seu antigo ritual” conecta a letra às tradições indígenas, reconhecendo a presença e a sabedoria dos povos originários. Assim, a música vai além do retrato do trabalho rural, celebrando a diversidade natural e cultural do Pantanal e transmitindo respeito e admiração por esse universo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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