
O Vento e o Tempo
Almir Sater
Reflexão sobre legado e transformação em “O Vento e o Tempo”
Em “O Vento e o Tempo”, Almir Sater faz referência à obra de Érico Veríssimo para destacar como as mudanças pessoais e sociais são inevitáveis, assim como o vento e o tempo, que nunca param. Essa conexão literária amplia o significado da música, mostrando que as lições do passado e as transformações históricas também influenciam as experiências individuais e coletivas. Ao questionar “Quem é que está com a razão” e mencionar a leitura dos “Velho e novo testamento / Sem compreender a lição”, Sater critica a busca por respostas externas e a dificuldade humana de realmente aprender com tradições antigas.
A música adota um tom reflexivo ao afirmar que a verdade é algo interno: “Verdade é voz que vem de dentro / E mata a sede dos sedentos”. Isso sugere que a compreensão e a paz só podem ser alcançadas por meio da introspecção. Sater também faz uma crítica social ao defender “investimento / Em vez de armas / Alimento / Deixar viver, dar o pão”, valorizando a solidariedade e a empatia em vez da violência. O verso final, “E se um dia restar meu silêncio / É que as minhas canções / Se perderam no vento”, traz uma melancolia tranquila, indicando que, apesar do tempo e da efemeridade das palavras, o mais importante é o legado de valores e sentimentos deixados. Assim, a canção convida o ouvinte a refletir sobre o que permanece e o que se perde diante do vento e do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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