
Velhos Amigos
Almir Sater
A celebração da amizade duradoura em “Velhos Amigos”
A música “Velhos Amigos”, de Almir Sater, retrata de forma direta e sensível como as amizades verdadeiras resistem ao tempo e se fortalecem nos reencontros. O trecho “Os velhos amigos / Quase nunca se perdem / Se guardam para / Certas ocasiões” mostra que, mesmo com a distância e a rotina, essas relações permanecem vivas e são reativadas em momentos especiais. A canção destaca que a amizade duradoura não depende da convivência constante, mas sim de uma conexão genuína, capaz de atravessar os anos.
A letra utiliza cenas do cotidiano, como “bebem cerveja / no bar de costume / e cantam em voz rouca / antigas canções”, para criar um clima nostálgico e acolhedor, remetendo à tradição dos encontros em lugares familiares. O verso “brindar alegres / seus vivos e mortos” evidencia o respeito e a saudade por quem já partiu, ao mesmo tempo em que celebra a vida dos que permanecem. Já “Conhecem o perigo / Mas fazem de conta / Que o tempo não ronda / Mais seus corações” sugere que, entre amigos, é possível esquecer o envelhecimento e reviver a juventude. O contexto da obra de Almir Sater, sempre voltado à valorização das relações humanas e das tradições, reforça o sentimento de pertencimento e continuidade, tornando a música um tributo sincero à amizade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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