
Serra de Maracaju
Almir Sater
Tradição e pertencimento em “Serra de Maracaju” de Almir Sater
Em “Serra de Maracaju”, Almir Sater celebra a diversidade cultural do Mato Grosso do Sul ao unir referências indígenas, fronteiriças e caipiras. A evocação dos “antigos lados de Xaraés” e a menção ao chamamé mostram como a música valoriza a mistura de influências que formam a identidade da região. O verso “Lembro de um velho índio contando histórias / De glórias e tragédias que não vivi” destaca a importância da transmissão oral das memórias e lendas, reforçando o respeito às raízes ancestrais, mesmo para quem não viveu esses acontecimentos diretamente.
A letra também aborda o impacto da colonização, citando portugueses, espanhóis e bandeirantes, e evidencia o sofrimento dos povos originários, especialmente os Guaranis. Quando Sater diz “Eu cheguei aqui com os meus próprios pés / E hoje tenho minha raiz”, ele expressa uma conexão pessoal e construída com a terra, valorizando tanto a herança recebida quanto a experiência individual. O desejo de “descobrir as lendas e memórias / De cada légua que te percorri” reforça a busca por identidade e compreensão do passado. Já a repetição do verso “De hoje em diante somos iguais / Quem de nossa terra te chama” sugere um sentimento de pertencimento coletivo, onde todos que amam a Serra de Maracaju compartilham dessa herança cultural. Assim, a canção convida à valorização da memória, da tradição e da relação profunda com a terra natal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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