
Violeiro Triste
Alvarenga e Ranchinho
Solidão e natureza em “Violeiro Triste” de Alvarenga e Ranchinho
“Violeiro Triste”, de Alvarenga e Ranchinho, destaca a relação profunda entre o homem do campo e a natureza como forma de consolo para a solidão. Na letra, o violeiro encontra companhia no canto dos pássaros e na luz da lua, mas ainda assim sente uma ausência marcante, expressa no verso repetido: “Que a tristeza e a sôdade tão me fazendo chorá”. Essa saudade vai além da falta de uma pessoa; representa um vazio existencial, mesmo diante da beleza e da vida ao redor.
A viola é apresentada como instrumento de desabafo, evidenciado no trecho “quando pego a ponteá, chora até os passarinhos”, mostrando que a música do violeiro ecoa sua dor e é sentida até pelos animais. O pedido para que o bem-te-vi e o sabiá cantem para consolá-lo reforça a conexão entre o homem e a natureza, um tema central na música caipira. Composta em 1937, a canção reflete o cotidiano e os sentimentos do interior brasileiro, onde a simplicidade da vida rural é marcada por emoções intensas, como a solidão e a saudade, amenizadas pelo contato com a natureza e pela música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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