
O Ônibus
Amado Batista
Crítica social bem-humorada em “O Ônibus” de Amado Batista
Em “O Ônibus”, Amado Batista usa o humor para abordar um problema social comum no Brasil: a superlotação e o desconforto do transporte público. A letra destaca o exagero da situação ao afirmar: “onde só cabem 36, tem 126 a maior”, escancarando o caos enfrentado diariamente pelos trabalhadores. O verso “Não me empurra que eu já vou descer / Naturalmente se eu sobreviver, neste ônibus” reforça a ideia de que andar de ônibus é quase um teste de sobrevivência, misturando crítica e leveza para tratar de um tema sério.
A música retrata o cotidiano do trabalhador, que além do aperto físico, enfrenta furtos e a perda de pertences, como em “Minha carteira você já levou”. A frase “sempre tem um jeitinho” faz referência à criatividade do brasileiro para lidar com dificuldades, mas a letra também mostra que há limites para o improviso diante do desconforto extremo: “Não há jeitinho que resista ao desconforto disso aqui”. Assim, Amado Batista transforma uma experiência coletiva de sofrimento em uma crônica bem-humorada, tornando a crítica social acessível e próxima da realidade de muitos brasileiros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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