
A Flor Que Não Era Flor (part. Reginaldo Sodré)
Amado Batista
Desilusão e autoconhecimento em “A Flor Que Não Era Flor”
Em “A Flor Que Não Era Flor (part. Reginaldo Sodré)”, Amado Batista aborda a desilusão amorosa usando a metáfora da flor que, na verdade, não era flor. Essa imagem representa o engano vivido pelo eu lírico, que se entrega a um sentimento acreditando ser verdadeiro, mas acaba percebendo que tudo não passava de ilusão. O verso “dei tudo por um amor que não era o meu” mostra claramente essa entrega e a frustração ao descobrir que o amor não era correspondido ou autêntico.
A parceria entre Amado Batista e Reginaldo Sodré é conhecida por retratar as dores e aprendizados do amor, e essa música reforça esse tema ao mostrar o processo de autoconhecimento diante da decepção. O narrador admite ter tentado se convencer de uma felicidade inexistente, como em “Tentei provar a mim mesmo que eu era feliz”. O trecho “fechei os olhos tentando não ver a ilusão” revela o esforço de negar a realidade, enquanto “lá no fundo do poço, quando despertei, já era noite então” indica o momento de perceber a verdade, mesmo que tarde. Assim, a canção fala sobre se perder em amores ilusórios e, ao encarar a desilusão, iniciar um caminho de autodescoberta e aceitação dos próprios limites e desejos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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