
Folha Seca
Amado Batista
Desilusões e solidão em "Folha Seca" de Amado Batista
Em "Folha Seca", Amado Batista utiliza a imagem da folha seca para representar uma mulher que passa pela vida do narrador de forma passageira e sem criar laços profundos. A metáfora sugere que ela, assim como uma folha levada pelo vento, não tem raízes ou vínculos, reforçando a ideia de que segue o rumo dos acontecimentos sem se apegar. Esse tema da imprevisibilidade das relações e da falta de controle sobre o destino é recorrente na obra do artista.
A letra conta a história de um homem que, movido pela compaixão, acolhe uma mulher marcada por dificuldades. No entanto, ele descobre que ela ficou ao seu lado apenas por interesse: "Pra dizer mesmo a verdade, eu nunca te amei / Por teu pão e tua casa foi que eu fiquei". O contraste entre o "dia bonito da chegada" e a "tarde triste da partida" destaca a diferença entre a esperança inicial e a decepção final. O verso "Ela, como folha seca, que vai onde o vento quer" resume a sensação de impotência diante do abandono e da transitoriedade dos sentimentos, tornando a canção um retrato sensível das desilusões amorosas e da solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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