
Não Faça Jamais Como Eu Fiz
Amado Batista
Culpa e redenção em "Não Faça Jamais Como Eu Fiz"
"Não Faça Jamais Como Eu Fiz", de Amado Batista, apresenta uma narrativa intensa sobre crime passional, marcada pelo ciúme e pelo peso do preconceito social. A música conta a história de um homem que, nos anos 60, se apaixona por uma prostituta e vive esse amor às escondidas, temendo o julgamento da sociedade. Isso fica evidente nos versos: “Temia a língua do povo, temia a sociedade / E fui levando essa paixão / Sempre na obscuridade”. O contexto histórico reforça como relações consideradas "imorais" eram alvo de estigma, o que isola emocionalmente o protagonista e contribui para o desfecho trágico.
O momento decisivo ocorre quando o personagem, dominado pelo ciúme ao descobrir que a mulher está com outro cliente, comete um homicídio: “Me vi completamente louco de arma na mão / Quebrando a porta do quarto, atirei sem perdão”. A letra vai além da simples narração do crime, destacando o arrependimento e a prisão, tanto física quanto psicológica: “Hoje estou livre das grades, mas preso pela consciência”. No final, o tom confessional se transforma em alerta: “Não faça jamais como eu fiz / Matar uma pobre infeliz / Pelo amor que ela foi vender”. Assim, a canção se torna um aviso sobre os perigos de agir por impulso e de reprimir sentimentos por medo do preconceito, abordando temas como culpa, redenção e a importância de lidar honestamente com as próprias emoções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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