
O Boêmio
Amado Batista
Solidão e vulnerabilidade em "O Boêmio" de Amado Batista
A música "O Boêmio", de Amado Batista, aborda de forma direta o sofrimento causado por um amor não correspondido e a tentativa de aliviar essa dor através da bebida. O protagonista deixa claro que não é um boêmio habitual ao afirmar: “Eu não sou boêmio, mas hoje eu vou beber”, mostrando que o ato de beber surge como uma fuga momentânea diante da solidão e da rejeição. Esse detalhe reforça a ideia de que o personagem está fora de sua zona de conforto, buscando no álcool um alívio temporário para a frustração de não conseguir conquistar a pessoa amada, mesmo após várias tentativas.
A letra utiliza a imagem da rosa vermelha com espinhos para simbolizar a dualidade do amor: “Essa rosa vermelha tem espinhos / Eu estou morrendo por esta flor”. A beleza e o desejo pela amada vêm acompanhados de sofrimento, sugerindo que o amor pode ser atraente, mas também doloroso. O ciclo de beber, chorar, cantar e gritar o nome da amada mostra como o personagem oscila entre tentar esquecer e reviver a paixão, encontrando algum consolo apenas ao expressar seus sentimentos. Assim, "O Boêmio" retrata a vulnerabilidade de quem sofre por amor, a busca por consolo na bebida e a esperança persistente de quem ainda não desistiu de amar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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