
Larga Tudo e Vem Correndo
Amado Batista
“Larga Tudo e Vem Correndo”: urgência, perdão e retorno
Em “Larga Tudo e Vem Correndo”, de Amado Batista, o eu lírico faz um pedido direto: “Larga tudo e vem correndo”. É um chamado urgente, sem negociações, que expõe vulnerabilidade e dependência afetiva. A imagem de “deixar a porta aberta” atua em dois níveis: literal, preparando a chegada imediata, e simbólico, como sinal de rendição, disponibilidade e perdão — um convite explícito para recomeçar. O foco é o retorno agora, antes de qualquer explicação ou acerto de contas.
A narrativa é simples e concreta: numa noite de insônia, a pessoa rola na cama, “numa deprê danada”, consumida pela saudade, e implora pela volta para encerrar a “solidão dessa casa”. A casa vazia espelha o vazio emocional; quando se pede “traga seu amor pra mim”, pode ser tanto a presença física quanto o afeto que falta. Composta por Ari Gonçalves e interpretada por Amado Batista, a canção cristaliza o romantismo sofrido que marcou seus 45 anos de carreira. Por isso é presença constante nos shows: muita gente se reconhece nessa fraqueza assumida, na urgência de priorizar o reencontro — “largar tudo” — e na porta aberta como símbolo de perdão e vontade de começar de novo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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