
A Mulher da Blusa Amarela
Amado Edílson
Consequências e compaixão em "A Mulher da Blusa Amarela"
Em "A Mulher da Blusa Amarela", Amado Edílson utiliza a figura da mulher vestida com uma blusa amarela e saia de outra cor como símbolo de um passado marcado por dor e escolhas trágicas. A música parte de uma experiência pessoal de traição, agravada pela influência negativa da mãe da namorada e das "conversinhas, de fofoca de amiguinhas". Essa interferência externa é apresentada como fator decisivo para o fim do relacionamento, mostrando como pressões sociais e familiares podem destruir laços afetivos.
A letra expõe o sofrimento do narrador após o término, especialmente ao relembrar: "Foi três anos de terror acreditando num amor e ter passado o que eu passei". O destino da protagonista é descrito de forma dura, ao mencionar que ela passou a viver em um ambiente degradante, simbolizado pelo cabaré e pela frase "passando por mão em mão, se vendendo por tostão". Essa imagem direta da prostituição reforça a ideia de perda de dignidade. O desfecho da música traz uma mensagem moralizante, típica do brega nordestino, ao afirmar: "Mas a lei de Deus não tarda, o que se faz a que se paga, essa mulher me pagou". Apesar do tom de justiça poética, o narrador demonstra compaixão ao dizer: "Eu tenho pena daquela mulher da blusa amarela". Elementos como doença, solidão e morte intensificam o sentimento de perda e arrependimento, tornando a história próxima e compreensível para o público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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