Tradução gerada automaticamente

Belén, Ano Cero
Amancio Prada
Belém, ano zero
Belén, Ano Cero
Eu recolho o vento frio com a neve da águaXuntéI o vento frío coa auga-neve
Eu me juntei a noite negra com a espadaXuntéI a noite negra coa xiada
E eu vi um menino nu em uma manjedouraE vin un neno espido nun pesebre
Que mistério mais profundo, que aventura?Qué misterio máis fondo, qué aventura
O menino não queria, eles não queriamO neno non querían, non querían
Desfrute outras irmãs ou qualquer outra ajudaGozar de outros irmáus, nin de outra axuda
Havia algo lá para algoPor algo estaba alí, por algo estaba
Tão longe da riqueza da fadigaTan lonxe da riqueza gasalleira
Então, perto da sonda desoladaTan perto da probeza desolada
Para algo que os pastores se aproximaramPor algo os pastoriños se achegaron
E se o vento passasse por tal caminhadaE si o vento pasou tan paseniño
Cantar soando, foi por algoCantando soavemente, foi por algo
Para algo, um aldeão era mariePor algo era maría unha aldeán
Quando poderia ser se eu quisesseCando podía sere si quixera
Primeira dama, esposa principalPrimeira dama, esposa principal
Por uma razão, eu era um carpinteiroPor algo era xosé un carpinteiro
Regas fortes e crescidasDe fortes, rexas máus encallecidas
Em Garlopa, no tronco e no marteloNa garlopa, na trencha e no martelo
Eu juntei todos os órfãos em um único berçoXuntéI tódolos orfos nun só berce
Eu combino as injustiças com as injustiçasXuntéI as inxusticias cos aldraxes
E nós colocamos uma oferta em um berçoE púxenos de ofrenda nun pesebre
Quem foi quem roubou meu presente?¿Quén foi o que roubou o meu presente?



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