Olhos de Serpente
Amaury Moreira
Desejo e perigo em "Olhos de Serpente" de Amaury Moreira
"Olhos de Serpente", de Amaury Moreira, explora a tensão entre atração e perigo ao retratar uma figura sedutora e ameaçadora. Imagens como "garras de carcará" e "olhos de serpente" reforçam essa dualidade: a pessoa descrita é ao mesmo tempo irresistível e potencialmente destrutiva. A metáfora "corpo de fruta madura" intensifica o desejo, enquanto as referências ao carcará, um pássaro de rapina, e à serpente, símbolo de astúcia, sugerem predacidade e manipulação, tornando a relação ainda mais complexa.
O verso "és o mal que me faz bem" resume o conflito central da música, em que o desejo se mistura à consciência do risco. A canção aborda as nuances morais do desejo e da tentação, mostrando como algo reconhecidamente perigoso pode ser fonte de prazer e fascínio. A expressão "jardim no meu Gizé" faz alusão ao Egito antigo, trazendo um tom de mistério e exotismo, e reforçando a ideia de que o objeto de desejo é raro e quase mítico. Assim, "Olhos de Serpente" constrói uma narrativa sobre se entregar ao desejo, mesmo sabendo das consequências ambíguas dessa escolha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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