
A lingüiça do jumento
Amazan
Humor e trocadilhos no cotidiano rural em “A lingüiça do jumento”
“A lingüiça do jumento”, de Amazan, se destaca pelo uso criativo do duplo sentido e do humor para retratar situações do cotidiano rural nordestino. A música apresenta uma narrativa que, à primeira vista, parece simples, mas logo revela sua veia cômica ao explorar a ingenuidade de Joãozinho e a impaciência do pai. O título já sugere a brincadeira: “lingüiça do jumento” funciona como uma metáfora ambígua, misturando o produto da máquina com o apelido de Joãozinho, chamado de “jegue” pelo pai, reforçando o tom bem-humorado característico do artista.
A letra gira em torno da relação entre pai e filho, mostrando a frustração do fazendeiro com a falta de habilidade do herdeiro, que “não administrava nem uma broca de milho” e era “fraco de inteligência”. O ponto alto do humor acontece quando Joãozinho, tentando entender a máquina de fazer jabá, sugere: “Botando a lingüiça lá, vindo pro lado de cá... não vai sair um jumento?”. A resposta do pai, misturando raiva e ironia, é típica do humor nordestino: ele diz que isso só aconteceu com a mãe de Joãozinho, “espia aí o tamanho do jegue que ela pariu!”. O desfecho, com Joãozinho fugindo após apanhar e nunca aprendendo a operar a máquina, reforça o tom leve e irreverente, fazendo graça das dificuldades e limitações do sertão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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