
Gemedeira
Amelinha
Desejo e cultura popular em “Gemedeira” de Amelinha
“Gemedeira”, de Amelinha, explora o duplo sentido do prazer e da paixão, usando a palavra do título para sugerir tanto os gemidos do amor quanto a intensidade de um sentimento incontrolável. O verso “Gemedeira é que nem beijo / Começou, custa a parar” destaca esse clima de desejo persistente, enquanto expressões como “Ai, ai, ai, é bom que dói / Ui, ui, ui, chega a sangrar” misturam prazer e dor de forma leve e bem-humorada. A música faz uso de metáforas regionais, como o “cavalo de São Jorge”, que remete à força e proteção, além de conectar a narrativa à cultura popular nordestina, uma marca do trabalho de Amelinha e do movimento Pessoal do Ceará.
A letra também constrói uma história de conquista e aventura, em que o personagem se apaixona rapidamente ao ser olhado por uma moça e vive uma paixão intensa, quase proibida, sugerida pelo momento em que o “dono” aparece para reclamar. A resposta “Sou violeiro, patrão / Ele não pôde escutar” reforça a ideia de liberdade e resistência, típica do violeiro nordestino, que enfrenta desafios sem perder o bom humor. No conjunto, “Gemedeira” celebra o desejo, a música e a cultura popular, misturando sensualidade, brincadeira e elementos regionais de forma envolvente e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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