Som de Preto
Amilcka e Chocolate
Orgulho e resistência no funk em “Som de Preto”
“Som de Preto”, de Amilcka e Chocolate, é uma música que valoriza as raízes do funk carioca e denuncia o preconceito enfrentado pelo gênero. O verso “É som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado” destaca a origem periférica e negra do funk, ao mesmo tempo em que mostra seu poder de envolver pessoas de diferentes classes sociais. A canção celebra o funk como uma expressão cultural das comunidades negras e faveladas, mas também critica a falta de reconhecimento e o preconceito, como fica claro em “Mas a sociedade pra gente não dá valor, só querem nos criticar, pensam que somos animais”.
A letra também fala sobre a evolução do funk e a busca por respeito. Quando diz “o funkeiro de hoje em dia caiu na real, essa história de porrada isso é coisa banal”, a música mostra que o movimento amadureceu e quer se afastar de estigmas negativos, promovendo a paz, como em “no funk reina a paz e o justo é nosso rei”. O pedido por “liberdade para todos os DJs” reforça a luta por reconhecimento dos profissionais do gênero. Ao celebrar a dança e a união – “a nossa união foi Deus quem consagrou” – a música apresenta o funk como espaço de alegria, inclusão e resistência cultural. Assim, “Som de Preto” se firma como um símbolo de afirmação identitária e valorização da cultura popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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