
Bonde das Boiadeiras
Ana Castela
Empoderamento feminino rural em “Bonde das Boiadeiras”
“Bonde das Boiadeiras”, de Ana Castela, celebra o empoderamento feminino no universo rural, tradicionalmente dominado por homens. A música destaca a independência e a união entre as mulheres do campo, especialmente no verso “não é porque ela tá solteira que ela anda sozinha”. Aqui, Ana Castela mostra que as boiadeiras se apoiam, se divertem juntas e não dependem de relacionamentos para se sentirem completas.
A letra utiliza elementos típicos do sertanejo, como “peão” e “laço”, mas inverte o clichê ao afirmar: “Coitado desses peão / Que só porque mexe com laço quer laçar um coração”. Isso reforça o protagonismo feminino, mostrando que as mulheres do agro têm voz ativa e não se deixam dominar. A repetição de imagens como “cabelo pretão, chapéu na cabeça, de batom vermelho, gostin de cerveja” constrói uma figura feminina forte, vaidosa e autêntica, que celebra sua liberdade e sensualidade sem culpa. O verso “a boca bandida nunca fica presa, esqueça” evidencia uma mulher que fala o que pensa e não se cala diante de ninguém, reforçando o tom de autoconfiança e irreverência que marca tanto a canção quanto a identidade de Ana Castela no chamado “agronejo”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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