
Neon
Ana Castela
Empoderamento feminino e identidade rural em “Neon”
“Neon”, de Ana Castela, questiona o preconceito que limita a imagem das mulheres do campo, mostrando que tradição e modernidade podem andar juntas. Logo no início, a cantora afirma que ser "da roça" não impede de aproveitar a vida urbana, como fica claro nos versos: “Eu posso até andar de carro, mas prefiro o meu cavalo” e “gosto do cantar do galo, mas prefiro som no talo”. Essas frases mostram que é possível valorizar as raízes rurais sem abrir mão das experiências da cidade.
No refrão, Ana Castela reforça o empoderamento feminino ao cantar: “Aumenta o som, acende a luz neon, que mulher bruta pode rebolar e ser bagaceira”. Aqui, o termo “bruta” ganha um novo significado, representando força e autenticidade, e não apenas rudeza. A “luz neon” e o som alto aproximam o universo rural das festas urbanas, refletindo a proposta do “agronejo”, que mistura sertanejo com elementos eletrônicos e funk. Ao pedir respeito para as “boiadeiras”, a artista destaca a importância das mulheres do agro e desafia estereótipos, mostrando que elas podem ser protagonistas tanto no campo quanto na cidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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