
LAS 12 (part. Belinda)
Ana Mena
Solidão e nostalgia em “LAS 12 (part. Belinda)” de Ana Mena
Em “LAS 12 (part. Belinda)”, Ana Mena aborda a solidão que se intensifica à meia-noite, um momento tradicionalmente ligado à saudade e à vontade de retomar laços perdidos. O verso repetido “¿A quién llamo cuando lleguen las doce?” (“Para quem eu ligo quando der meia-noite?”) expressa essa busca por alguém insubstituível após o fim de um relacionamento. A música destaca como nenhum outro vínculo consegue ocupar o espaço deixado por esse amor, evidenciado em “Si nadie puede hacerlo como tú y yo / Y nadie como tú me conoce” (“Se ninguém pode fazer como você e eu / E ninguém me conhece como você”).
A letra também faz referência a lembranças felizes, como em “Yo quiero devolverme a ese veranito” (“Quero voltar para aquele verãozinho”), mostrando o desejo de reviver momentos marcantes. O videoclipe reforça essa ideia ao retratar Ana Mena e Belinda como guerreiras em um cenário apocalíptico, simbolizando a luta interna contra a dor da perda. A expressão “una guerra de besos” (“uma guerra de beijos”) brinca com a ideia de batalha emocional, onde carinho e saudade se misturam. O tom nostálgico aparece em versos como “Fue tan mágico, melancólico / Tan nostálgico, tan ilógico” (“Foi tão mágico, melancólico / Tão nostálgico, tão ilógico”), ressaltando que, apesar do fim, o relacionamento foi único. Assim, a música traduz de forma leve e dançante o desejo universal de reviver um romance inesquecível nos momentos de solidão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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