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Grito Tupinambá

Añã'gwea

Letra

    Hans, há quanto tempo escondes tua cara
    Tentaste nos silenciar, mas a guerra não para
    Vagas visões, vãs versões, forjadas no medo
    Teu relato é veneno, vã vingança sem credo

    Caiu a farsa, falaste a mentira com fera
    Não somos selvagens, somos a tua espera!
    Hans, se cala, engole tua história
    Tua escrita é ferro, nossa força é memória!

    Tu tens os teus desenhos, nós temos a nossa dor
    Teu medo moldado, nossa pele é puro ardor
    Teu punho é fraco, mas a nossa espada é forte
    Os Tupinambás são fogo, e tu és só morte!

    Caiu a farsa, falaste a mentira com fera
    Não somos selvagens, somos a tua espera!
    Hans, se cala, engole tua história
    Tua escrita é ferro, nossa força é memória!

    Percebe o peso da palavra que empunhas
    Distorces o real e tu o envenenas com suas linhas
    A lâmina de nossa terra corta a tua verdade
    E não há perdão, nem pra tua falsidade!

    Foste fraco ao ver o fogo que flameja
    Teus olhos cegos não viam o que a alma proteja
    Teu relato é só ressoar de um eco infiel
    Nós somos Tupinambá, e a nossa história é o céu!

    Caiu a farsa, falaste a mentira com fera
    Não somos selvagens, somos a tua espera!
    Hans, se cala, engole tua história
    Tua escrita é ferro, nossa força é memória!

    Foste cegado, mas o grito vai te abalar
    Teu conto de mentira, nunca vai nos calar
    Agora ouve o rugido, a revolta a bradar
    Tupinambá é nossa voz, e ela vai ecoar!


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