Margarida Vai À Fonte
António Pinto Basto
A pureza e o cotidiano rural em "Margarida Vai À Fonte"
"Margarida Vai À Fonte", interpretada por António Pinto Basto e composta por João de Vasconcellos e Sá, retrata com sensibilidade a vida rural portuguesa, destacando a simplicidade e a pureza do cotidiano. A personagem Margarida representa não só uma jovem camponesa, mas também a inocência e a beleza discreta que florescem longe dos olhares do mundo, como fica claro no verso: “Linda flor desconhecida / Que o Sol beijou ao nascer”. O pedido para que Margarida permaneça “escondida nessa paz do teu viver” reforça a ideia de proteger esse universo singelo das influências externas e da curiosidade alheia.
A letra utiliza elementos da natureza, como lírios, rosmaninho e andorinha, para criar uma atmosfera serena e bucólica, conectando Margarida à paisagem e à tradição rural. O simples ato de ir à fonte, feito sozinha, ganha um significado especial, transformando-se em um ritual de pureza e isolamento. Os olhos verdes de Margarida, que “parecem viver de sonhos”, sugerem uma personalidade sonhadora e reservada, com uma vida interior rica, mas distante do convívio social. A canção homenageia a beleza e a serenidade da vida simples, valorizando sentimentos tradicionais do fado, como saudade, contemplação e respeito pela inocência preservada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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