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Cordel Branco e Encarnado

Anderson Paz

Letra

    Sou Nordeste, sou Salgueiro, oxente
    Vixe, mainha, tá bom demais
    O meu samba já virou repente
    Nesse laço de amor e paz

    Brilhou a luz da poesia
    Iluminando o meu cordel
    Fez de mim um trovador
    Um poeta sonhador
    Nordestino menestrel
    A arte pelos mares aqui chegou
    E a nobreza se encantou
    Com a sua magia
    Até do oriente tem causo pra contar
    Repentista abre o leque
    E deixa o coração versar

    Toca o fole sanfoneiro
    Que hoje tem arrasta pé
    Vem chegando conselheiro
    Couro come no terreiro
    Com jagunço e coroné

    Maria bonita o amor de lampião
    Sertanejo tem história pra cantar
    Com orgulho na memória, vou guardar
    Os heróis do meu sertão
    Assombração ta querendo me assustar
    Não tenho medo, vá de retro, sai pra lá
    Meu padim é o Pade Ciço
    E vai me proteger
    Valei-me, ô, nossa senhora
    Com seu manto abençoando
    Minha escola em romaria
    Meu canto é branco e encarnado
    No carnaval da academia

    Composição: Betinho De Pilares / FEIJÃO / Fernando Magaça / Jassa / Sandro Amorim / Xande de Pilares. Essa informação está errada? Nos avise.

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