
Choro Plebeu
André Prando
Busca por identidade e autenticidade em "Choro Plebeu"
Em "Choro Plebeu", André Prando explora a busca por identidade artística e a dificuldade de se encaixar em padrões tradicionais, especialmente no universo do samba e do choro. Ao afirmar “meu canto é vagabundo / Nunca vi ninguém dançar”, o artista revela uma inquietação sobre sua autenticidade e a sensação de não pertencer completamente a nenhum estilo. Essa confissão mostra o reconhecimento de suas imperfeições, mas também a persistência em se expressar de forma verdadeira, mesmo diante das incertezas.
A música traz uma atmosfera reflexiva e melancólica, evidenciada em versos como “meu choro, penumbra / Meio incerto, azul aurora”, que expressam um estado emocional entre a tristeza e a esperança. A menção aos orixás em “Até parece um castigo de orixá” conecta a letra à cultura afro-brasileira, sugerindo provações espirituais e a ideia de destino. Já a frase “Cemitério é praça linda que ninguém quer passear” utiliza uma metáfora forte para abordar a morte, mostrando-a como algo inevitável e sereno, mas que todos preferem evitar. No desfecho, Prando destaca a transformação da dor em arte: “Eu chorei tão alto que a cidade inteira ouviu e compreendeu / Agora todo mundo dança esse meu choro plebeu”. Ao abraçar sua vulnerabilidade, o artista encontra conexão com o público, tornando o sofrimento pessoal em uma experiência coletiva e celebratória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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