Tradução gerada automaticamente
Milonga del solitario
Ángel Parra
Milonga do Solitário
Milonga del solitario
Gosto de vez em quandoMe gusta de vez en cuando
me deixar levar no bordoneio,prienderme en un bordoneo,
porque bordoneando vejopor que bordoneando veo
que nem eu mesmo me mando.que ni yo mismo me mando.
As cordas vão entrelaçandoLas cuerdas van hilvanando
o melhor do sentimentolo mejor del sentimiento
e no trote lentoy en el trotecito lento
de uma milonga campestrede una milonga campera
vai saindo campo aforava saliendo campo ajuera
o melhor do sentimento.lo mejor del sentimiento.
Ninguém deve pensarNinguno debe pensar
que venho em busca de vingança,que vengo en son de revancha,
não é minha culpa se na dançano es mi culpa si en la cancha
tenho como galopar.tengo con que galopear.
Quem quiser me ganharEl que me quiera ganar
deve trazer um bom parceiro,ha de traer buen parejero,
eu vou tirar meu chapéuyo me quitaré el sombrero
porque assim me ensinarampor que así me han enseñao
e me dou por bem pagoy me doy por bien pagao
entrando atrás do primeiro.dentrando atrás del primero.
Sempre em voz baixa canteiSiempre en voz baja he cantao
porque gritando não me encontro,por que gritando no me hallo,
grito ao montar a cavalogrito al montar a caballo
se na vara me desequilibrosi en la caña me he bandeao
mas cantando um versopero cantando un verseao
onde se contam desenganosdonde se cuenten quebrantos
mal levanto minha vozapenas mi voz levanto
para cantar devagarinhopara cantar despacito
que quem se solta aos gritosque el que se larga a los gritos
não escuta seu próprio canto.no escucha su propio canto.
A noite inteira canteiToda la noche he cantao
com a alma estremecida.con el alma estremecida.
O canto é a velha feridaEl canto es la vieja herida
de um sentimento sagrado.de un sentimiento sagrao.
Não tenho ninguém ao meu ladoA naides tengo a mi lao
porque não busco piedade,por que no busco piedad,
desprezo a caridadedisprecio la caridad
pela vergonha que encerra.por la vergüenza que encierra.
Sou como o leão da serraSoy como el león de la sierra
vivo e morro na solidão.vivo y muero en soledad
Se a morte traiçoeiraSi la muerte traicionera
me apertar em seu cercado,me acogota a su palenque
fazem-me com dois chicotesháganmen con dos rebenques
a cruz do meu travesseiro.la cruz de mi cabecera.
Se eu morrer na minha tocaSi muero en mi madriguera
olhando os horizontesmirando los horizontes
não quero cruzes nem apressosno quiero cruces ni aprontes
nem encargos para o eterno,ni encargos para el eterno
talvez passando o invernotal vez pasando el invierno
me dê suas flores a mata.me dé sus flores el monte.



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