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Polo margariteño

Ángel Parra

A Nostalgia e a Liberdade em 'Polo margariteño' de Ángel Parra

A música 'Polo margariteño' de Ángel Parra é uma obra rica em metáforas e simbolismos que evocam sentimentos de nostalgia, liberdade e sofrimento. A letra começa com uma descrição bucólica de um cenário rural, onde 'las gallinas pilan maíz' e 'los perros chupan cachimbo'. Essa imagem inicial cria um contraste com a narrativa pessoal e emocional que se desenrola ao longo da canção.

O narrador revela que foi um marinheiro que se apaixonou por uma mulher em uma ilha. A metáfora do 'falucho', um pequeno barco, simboliza a fuga e a busca pela liberdade. No entanto, essa liberdade é questionada pela imagem da 'garza prisionera', que não canta como antes. A garça, presa e incapaz de voar livremente, representa a perda da liberdade e a agonia que vem com a prisão, seja ela física ou emocional. A pergunta retórica '¿por qué te empeñas, pues, Señor, su canto en prolongar?' sugere uma reflexão sobre o sofrimento prolongado e a busca por libertação.

No final, o narrador expressa um retorno ao lar querido, após um período de desdicha e sofrimento. A volta ao lar simboliza a reconciliação com o passado e a busca por paz e consolo. A música, portanto, é uma jornada emocional que explora temas universais de amor, perda, liberdade e redenção, utilizando imagens vívidas e uma narrativa poética para transmitir essas emoções profundas.

Composição: Popular Venezolana. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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