Tradução gerada automaticamente

Bazar de La Mescolanza
Ángel Villoldo
Bazar da Mistura
Bazar de La Mescolanza
Na outra noite eu passavaTransitaba la otra noche
por uma rua centralpor una calle central
nesta bela Capital,de esta hermosa Capital,
quando algo me chamou a atençãocuando llamó mi atención
um cartaz grotescoun grotesco cartelón
pendurado numa lança,que colgado de una lanza,
um boneco com uma grande barriga,un muñeco con gran panza,
muito cheio, segurava,muy orondo, sostenía,
e em letras grandes dizia:y en letras gordas decía:
"Bazar da mistura"."Bazar de la mescolanza".
Pecando por curiosidadePecando yo de curioso
na frente do bazar eu fiquei,frente al bazar me piré,
e um bom tempo eu permaneciy un buen rato me quedé
observando o que tinha.observando lo que había.
A galera entrava e saíaLa gente entraba y salía
num colossal entrevero,en colosal entrevero,
nem "dona Juana, a do buraco"ni "don Juan, el del aujero"
conseguiria competir;le podría competir;
era aquilo, sem mentir;era aquello, sin mentir;
uma formigueiro sem fim.inagotable hormiguero.
Lá estavam misturadosAllí se hallaban mezlados
com a dama empinadacon la copetuda dama
a ama de leite, a empregadala nodriza, la mucama
e o compadre da rua;y el compadre callejero;
moças de chapéuseñoritas de sombrero
junto ao rapaz de cordão,junto al mozo de cordel,
fins o galego Samuel,hasta el gallego Samuel,
o cara cambalacheiro,el tipo cambalachero,
estava no meio da confusão;se hallaba en el entrevero;
no fim: era uma Babel.en fin: era una Babel.
Havia tecidos preciososHabía preciosas telas
de gró, seda e fular;de gró, de seda y fular;
tesouras para tosquiar,tijeras para esquilar,
lâmpadas aquecedoras,lámparas calentadores,
cintas de todas as cores,cintas de todos colores,
alpargatas uruguaias,alpargatas uruguayas,
queijo gruyère, telas,queso gruyere, pantallas,
calcinhas, bicicletas,calzoncillos, bicicletas,
carvão de coco, biscoitos,carbón de coco, galletas,
fritas, relógios e redes.papas, relojes y mallas.
De música e cirurgiaDe música y cirugía
infinidade de instrumentos:infinidad de instrumentos:
curativos porosos, ungüentosparches porosos, ungüentos
e muitas outras medicinas;y otras muchas medicinas;
orelhões e sardinhas,orejones y sardinas,
betume, pimentões,betún, pimientos morrones,
brilhantes e camarões,brillantes y camarones,
patas de porco, abóboras,patas de chancho, zapallos,
pomada para calos,pomada para los callos,
hats e levitons.pamelas y levitones.
A galera dava mil voltasLa gente daba mil vueltas
atrapalhando o caminho,estorbándose el camino,
e em um redemoinhoy en revuelto torbellino
o negócio se encontrava.el negocio se encontraba.
O público respiravaEl público respiraba
uma atmosfera pesada;una atmósfera cargante;
eu permaneci um instanteyo permanecí un instante
só para dar uma olhada,tan sólo por curiosear,
mas tive que escaparpero tuve que escapar
"como rato por buraco"."como rata por tirante".



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