
Bandeyra
Angela Ro Ro
Homenagem e saudade em “Bandeyra” de Angela Ro Ro
Em “Bandeyra”, Angela Ro Ro presta uma homenagem sensível ao amigo Sérgio Bandeyra, usando expressões como “meu cavalinho pequeno, gatinho malandro” para transmitir carinho e intimidade. Essas palavras mostram a proximidade entre os dois e revelam uma saudade que vai além da simples ausência física. Ao dizer que Sérgio está “no plano astral”, Angela reconhece a morte do amigo, mas sugere que sua presença ainda é sentida de forma espiritual, mantendo viva a conexão entre eles.
A música alterna entre a dor da perda e a celebração das memórias compartilhadas. Quando Angela canta “a transa será mesmo a mesma: no copo a cerveja, na alma a mesma canção”, ela usa “transa” no sentido de convivência e troca de experiências, mostrando que o amor e as lembranças continuam presentes apesar da partida. As imagens da “bandeira de paz na lua” e da “bandeira fincada no meio da rua” simbolizam resistência, memória e homenagem. A frase “bandeira de quem morreu de viver de amor de viver” resume a ideia de que Sérgio viveu intensamente, guiado pelo amor, e deixou um legado de afeto e inspiração para quem ficou.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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