
Karma Secular
Angela Ro Ro
Desejo e aceitação dos ciclos em "Karma Secular"
Em "Karma Secular", Angela Ro Ro aborda como o desejo e a inquietação interna podem ser tão intensos que nem mesmo o sono traz alívio. O verso “O que acorda minha alma não tem sono” mostra que certas angústias e anseios permanecem vivos, mesmo quando tentamos descansar. Já “O medo vara a noite e vem o abandono” revela a vulnerabilidade diante da solidão e do medo, sentimentos comuns nas relações humanas.
A música também discute a dualidade entre desejo e satisfação. Em “O que devora o desejo não tem fome”, Angela Ro Ro sugere que o desejo é insaciável e vai além de necessidades físicas, sendo uma busca emocional ou espiritual. A entrega ao prazer, expressa em “Entregar alargar essa fonte de prazer / De dar amor e ter...”, destaca a importância de viver intensamente, mesmo diante das incertezas. O refrão “Karma secular, cumprir sorrindo / E vindo noutra vez o mar” traz a ideia de que a vida é feita de ciclos que se repetem, e que é possível encarar esses ciclos com leveza. O mar, símbolo de renovação, reforça a mensagem de aceitação e recomeço, mostrando que é possível transformar o inevitável em algo positivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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