Cheira a Lisboa
Anita Guerreiro
Sensações e identidade lisboeta em “Cheira a Lisboa”
“Cheira a Lisboa”, interpretada por Anita Guerreiro, utiliza o olfato como elemento central para expressar a identidade e a memória coletiva da cidade. A canção destaca como os cheiros de Lisboa — como “castanha assada”, “fruta madura”, “rosmaninho” e “vinho” — evocam cenas do cotidiano e criam uma conexão afetiva imediata com quem vive ou imagina a cidade. O verso “Lisboa já tem Sol, mas cheira a Lua” mostra o contraste e o mistério presentes na capital, sugerindo que Lisboa mantém sua essência mesmo diante das mudanças do dia para a noite.
A inspiração para a música veio de uma experiência real do compositor César de Oliveira, que ouviu a expressão “Cheira bem, cheira a Lisboa” nas Portas de Santo Antão. Isso explica a presença de elementos típicos na letra, como o elétrico, as tascas, as varinas e os cafés do Rossio, todos associados a aromas marcantes e à vida popular lisboeta. Imagens como “craveiro numa água-furtada” e “varina que teima em passar” reforçam o orgulho e a nostalgia por uma Lisboa autêntica. Ao repetir o refrão “Cheira bem, cheira a Lisboa”, a música transforma o cheiro em símbolo de pertencimento e celebração, tornando-se um verdadeiro hino afetivo para os habitantes da cidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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