
Doçura
Anitta
Oxum, espiritualidade e afeto em “Doçura” de Anitta
Em “Doçura”, Anitta faz uma homenagem direta a Oxum, orixá do Candomblé associada às águas doces, à fertilidade e ao amor. Ao cantar “Tive que chamar Oxum, no rio me banhar / Dona das águas que guarda o tesouro / Ora ye ye ô”, ela expressa um pedido de proteção e renovação espiritual, conectando sua busca por equilíbrio emocional à simbologia das águas, que representam limpeza e acolhimento na cultura afro-brasileira. A saudação “Ora ye ye ô” reforça o respeito e a gratidão à divindade, trazendo para a música uma dimensão espiritual marcante.
A repetição dos versos “A sua doçura me cura / Só a sua ternura pra me salvar” destaca a importância do carinho, da compaixão e da suavidade, qualidades ligadas a Oxum, como forças capazes de transformar e restaurar. O tom acolhedor da canção valoriza sentimentos simples, como o sorriso e a companhia, sugerindo que a verdadeira cura está no afeto e na ternura. Ao longo da música, Anitta demonstra gratidão e entrega, reconhecendo o poder do amor e da espiritualidade como fontes de equilíbrio e beleza interior. “Doçura” propõe, assim, uma conexão com o sagrado e uma celebração das raízes culturais, mostrando a doçura como caminho para a felicidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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