
Rapariga (part. Melody) (Unreleased)
Anitta
Provocação e empoderamento em “Rapariga (part. Melody) (Unreleased)”
Em “Rapariga (part. Melody) (Unreleased)”, Anitta e Melody transformam a rivalidade midiática em um jogo de provocações bem-humoradas, resgatando o clima dos duelos femininos do funk dos anos 2000. A letra aposta em expressões ousadas e duplos sentidos, como “você só pode babar quando a-, quando ela jogar” e “quando ela taca o rabão, mata um”, misturando sensualidade e empoderamento de forma direta, mas sempre com um tom de brincadeira e exagero característico do gênero.
O contexto das redes sociais mostra que as supostas brigas entre as duas sempre foram estratégicas e combinadas, algo que se reflete na música. A troca de farpas e a exaltação da “rapariga braba” servem mais para entreter e celebrar a liberdade feminina do que para alimentar qualquer rivalidade real. Ao se chamarem de “rapariga” e brincarem com estereótipos – “chama de puta, ela vira princesa” –, Anitta e Melody subvertem xingamentos e mostram que a mulher pode ser dona do próprio corpo e da própria narrativa, sem se importar com julgamentos. A música, assim, celebra autoestima, irreverência e a amizade entre as duas, deixando claro que tudo não passa de uma grande brincadeira entre amigas poderosas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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