
Chiodi
Annalisa
Pregos
Chiodi
As serenatas e a sua estéticaLe serenate e la tua estetica
Você procurava debaixo da minha saia os anos oitentaCercavi sotto la mia gonna gli anni Ottanta
Desculpa, fui péssimaScusami, sono stata pessima
Acho que fiz uma grande besteira, ah-ahMi sa che ho fatto una grandissima cazzata, ah-ah
A Guerra Fria entre nósLa Guerra Fredda tra di noi
Bebe um café, eu bebo vocêBevi un caffè, io bevo te
Que tem gosto de homem e de garotoChe sai di uomo e di ragazzo
Por quê, por quê?Perché, perché?
Diz que é tudo matemáticaDici che è tutta matematica
Acho que é só uma grande cagadaMi sa che è solo una grandissima cazzata
No chuveiro há mais de duas horasNella doccia da più di due ore
Sem café da manhãSenza colazione
Com a maldita sensaçãoCon la maledetta sensazione
De andar sobre os pregos, tipoDi camminare sopra i chiodi, cioè
Como quando você se apaixona por quem odeia, por vocêCome quando ti innamori di chi odi, di te
Onde quer que esteja, me dizOvunque sei, dimmelo tu
Se é medo ou aquela vontade desesperadaSe è la paura o quella voglia disperata
Estou exagerando, preciso me acalmarSto esagerando, dеvo darmi una calmata
Mas nunca acontece, nunca, nunca, é evidenteMa non succede mai, mai, mai, è evidеnte
Nunca, nunca, nunca, é evidenteMai, mai, mai, è evidente
A salada de frutas no plásticoLa macedonia nella plastica
Fazer compras é um filme dos anos oitentaFare la spesa è una pellicola anni Ottanta
Agora não estou muito lúcidaOra non sono molto lucida
Mas esse amor é uma catástrofe anunciada, ah-ahMa questo amore è una catastrofe annunciata, ah-ah
A Guerra Santa entre nósLa Guerra Santa tra di noi
Eu movo o rei, você me moveIo muovo il re, tu muovi me
Todo o prédio vai ouvirCi sentirà tutto il palazzo
Por quê, por quê?Perché, perché?
Talvez seja eu, que idiotaMagari sono io, che stupida
Mas nosso amor é uma catástrofe anunciadaMa il nostro amore è una catastrofe annunciata
No chuveiro há mais de duas horasNella doccia da più di due ore
Sem café da manhãSenza colazione
Com a maldita sensaçãoCon la maledetta sensazione
De andar sobre os pregos, tipoDi camminare sopra i chiodi, cioè
Como quando você se apaixona por quem odeia, por vocêCome quando ti innamori di chi odi, di te
Onde quer que esteja, me dizOvunque sei, dimmelo tu
Se é medo ou aquela vontade desesperadaSe è la paura o quella voglia disperata
Estou exagerando, preciso me acalmarSto esagerando, devo darmi una calmata
Mas nunca acontece, nunca, nunca, é evidenteMa non succede mai, mai, mai, è evidente
Nunca, nunca, nunca, é evidenteMai, mai, mai, è evidente
Diabo, com você não consigo não sofrer, nãoDiavolo, con te non ce la faccio a non soffrire, no
Se não fizermos isso logo, morro com estilo, nãoSe non lo facciamo subito muoio con stile, no
Sinto que te perdi se te chamo agoraSento che ti ho perso se ti chiamo adesso
Mas não quero sair, tenho a maldita sensaçãoMa non voglio uscire, ho la maledetta sensazione
De andar sobre os pregos, tipoDi camminare sopra i chiodi, cioè
Como quando você se apaixona por quem odeia, por vocêCome quando ti innamori di chi odi, di te
Onde quer que esteja, me dizOvunque sei, dimmelo tu
Se é medo ou aquela vontade desesperadaSe è la paura o quella voglia disperata
Estou exagerando, preciso me acalmarSto esagerando, devo darmi una calmata
Mas nunca acontece, nunca, nunca, é evidenteMa non succede mai, mai, mai, è evidente
Nunca, nunca, nunca, é evidenteMai, mai, mai, è evidente
Nunca, nunca, nunca, é evidenteMai, mai, mai, è evidente
Nunca, nunca, nunca de verdadeMai, mai, mai veramente



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