DEJAVU
Annick
Ciclos de prazer e vulnerabilidade em “DEJAVU” de Annick
Em “DEJAVU”, Annick explora a sensação de estar presa em ciclos repetitivos, especialmente em relações marcadas por intensidade, desejo e excessos. A repetição do termo “Dejavu” ao longo da música reforça essa ideia de experiências que se repetem, criando uma atmosfera de rotina hedonista. Trechos como “Depois desse beck / Te jogo na cama e vou no loop” e “Nóis nem sai da bed / É o terceiro dia que eu não durmo” mostram como prazer, sexo e consumo de drogas se misturam, funcionando como uma fuga da realidade e ao mesmo tempo como um padrão difícil de romper. O “loop” citado na letra pode ser entendido tanto como a repetição literal dos encontros quanto como uma metáfora para a dificuldade de sair desse ciclo envolvente e desgastante.
A música também aborda a dualidade entre poder e vulnerabilidade nas relações. Versos como “Coloquei meu coração nas tuas mãos” e “Me traz pra perto perto um dia sim no outro não” revelam uma entrega emocional, mas também instabilidade e confusão de sentimentos. O contraste entre a postura autoconfiante da narradora (“Eu sou muito abusada / Com meu blow que tu dirige”) e momentos de fragilidade (“Tu me deixou assim / Eu tô tão tão ruim”) evidencia a complexidade dessa dinâmica. O ambiente urbano, festas e a busca por intensidade reforçam o tom direto e descontraído da música, enquanto a repetição do déjà-vu mostra que, apesar de tudo, a protagonista se vê presa em situações que sempre retornam, misturando prazer, dor e saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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