Gauchesca
Antonio Augusto Coronel Cruz
Tradição e identidade gaúcha em “Gauchesca” de Antonio Augusto Coronel Cruz
“Gauchesca”, de Antonio Augusto Coronel Cruz, destaca a riqueza da cultura gaúcha ao mencionar grupos históricos como farrapos, chimangos, maragatos e peleadores no Paraguai. Essas referências mostram que a música vai além da celebração dos costumes: ela reconhece a diversidade política e a coragem do povo do Rio Grande do Sul ao longo da história. Símbolos como o chimarrão, o churrasco, o gaiteiro e a prenda reforçam a identidade regional, transformando a canção em um tributo à vida simples, mas cheia de orgulho e tradição.
A letra valoriza o cotidiano do campo ao retratar cenas como tropas cruzando as coxilhas, o vento minuano, o poncho, o laço e a boleadeira, elementos presentes no dia a dia do gaúcho. Ao citar o galpão hospitaleiro e a nostalgia das “noites no chão pampeano”, a música transmite saudade e respeito pelas raízes, ressaltando a importância de manter vivas as tradições. O verso “vendo a tapera silenciosa, sinto um aperto no peito” expressa a dor pela passagem do tempo e pela perda, enquanto o pedido ao “patrão do céu” para proteger o mundo campeiro revela fé e o desejo de preservar a cultura. “Gauchesca” é, assim, uma homenagem à resistência, à simplicidade e à riqueza do povo gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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