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De Mates e Milongas

Antonio Fontoura

Letra

    Cevando um mate solito
    Converso com meus segredos
    Que a alma velha ainda guarda
    Sem artifícios nem medos

    Depois de lavar a erva
    Sinto que a noite se alonga
    E trás pra ao redor do fogo
    A pampa em tom de milonga

    Milonga é alma e garganta
    Milonga é a voz do galpão
    Milonga é a rima que encanta
    A charla ao pé do fogão
    Trazendo a paz que acalanta
    As penas do coração

    Como faz pra um campeiro
    Depois de parar rodeio
    E vara a noite por diante
    Perdido num bordoneio

    Quando uma guitarra chora
    Nas mãos rudes de um campeiro
    É o Rio Grande que renasce
    Nos versos de um guitarreiro

    Composição: Luiz Carlos Ranoff, Eron Carvalho. Essa informação está errada? Nos avise.

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