
Madeira Que Cupim Não Rói
Antonio Nóbrega
Resistência cultural em “Madeira Que Cupim Não Rói” de Antonio Nóbrega
A música “Madeira Que Cupim Não Rói”, interpretada por Antonio Nóbrega, utiliza uma expressão popular para simbolizar resistência e integridade. O verso “Nós somos madeira de lei que cupim não rói” destaca a força e a durabilidade do bloco carnavalesco do Rosarinho, representando a tradição cultural que se mantém firme mesmo diante de adversidades e tentativas de desvalorização. Composta originalmente por Capiba em 1963 para o Carnaval de Recife, a canção carrega um forte sentimento de orgulho e afirmação da identidade local.
A letra adota um tom de celebração e defesa da tradição, especialmente ao afirmar: “Viemos defender a nossa tradição, E dizer bem alto que a injustiça dói”. Esse trecho transforma a música em uma espécie de manifesto, denunciando injustiças que o bloco pode ter sofrido, possivelmente em concursos ou julgamentos carnavalescos, como sugere o verso “queiram ou não queiram os juízes, O nosso bloco é de fato o campeão!”. Ao reinterpretar a canção e incluir instrumentos tradicionais, Antonio Nóbrega reforça o compromisso com a preservação e valorização da cultura popular nordestina, tornando a música um verdadeiro hino de resistência cultural e orgulho coletivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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