
Catavento da Sé
António Zambujo
Reflexões de uma Rua: A Vida em Movimento em 'Catavento da Sé'
A música 'Catavento da Sé' de António Zambujo é uma contemplação poética sobre a passagem do tempo e as mudanças inevitáveis da vida. A letra narra a história de várias pessoas que, de uma forma ou de outra, deixam a sua marca na vida do narrador. Rosa vai para a cidade, Maria vai ver o mar, Joana envelhece, e Dona Amélia morre. Cada personagem representa uma fase ou uma escolha de vida, enquanto o narrador permanece observando a sua rua, um símbolo de constância em meio à mudança.
O catavento da Sé, mencionado repetidamente na música, é uma metáfora poderosa. Ele gira ao sabor do vento, assim como a vida das pessoas ao redor do narrador muda com o tempo. O galo no catavento representa a passagem do tempo e a inevitabilidade das mudanças, girando contra o tempo que é marcado pelo relógio da torre da Sé. Essa imagem sugere que, apesar das mudanças e do movimento constante, há elementos que permanecem, como o próprio catavento e a torre da Sé.
A música também aborda a resignação e a aceitação das mudanças. O narrador observa a vida passar da janela, aceitando que as pessoas vêm e vão, cada uma seguindo seu próprio caminho. A repetição do verso 'A ver a minha rua, a ver passar' reforça essa ideia de observação passiva e contemplativa. A música, com sua melodia suave e melancólica, convida o ouvinte a refletir sobre a passagem do tempo e a beleza das pequenas coisas que compõem a vida cotidiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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