
Lambreta
António Zambujo
O charme simples e divertido de “Lambreta” de António Zambujo
Em “Lambreta”, António Zambujo explora, com leveza e humor, a diferença entre o valor das coisas simples e o fascínio pelo luxo. A letra apresenta um narrador que, mesmo sem os bens materiais de seu rival Vilela — que tem carro, barco à vela e uma família abastada —, sente-se confiante em seu próprio charme. O verso “Se é tão, tão e tem, tem, tem, tem que ter algum defeito” expressa a ideia de que ninguém é perfeito e que, por trás de tanta ostentação, pode haver algo escondido. Assim, Zambujo sugere que a felicidade não está nas aparências, mas na autenticidade e no prazer das pequenas experiências.
A lambreta, mais do que um simples veículo, simboliza esse estilo de vida descomplicado e alegre. O narrador convida a moça para um passeio, destacando o quanto sua lambreta é especial: “deixa um rasto de cometa” e parece feita para dois. Situações engraçadas, como a lambreta “volta e meia vai ao chão quando faz de cavalinho”, reforçam o tom descontraído da música. No fim, a mensagem é clara: o que realmente importa são a companhia, a espontaneidade e o afeto verdadeiro, mostrando que a vida pode ser divertida e cheia de esperança mesmo sem luxo ou status.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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