Sete Gramas
Arcabuz
Noite urbana e resistência em "Sete Gramas" de Arcabuz
Em "Sete Gramas", Arcabuz explora o universo da noite urbana, marcado por excessos, riscos e a busca por pertencimento. A expressão "sete gramas e sete vidas" sugere tanto a quantidade de uma substância psicoativa quanto uma sensação de invulnerabilidade, como se o personagem central estivesse protegido ou anestesiado diante dos perigos. O verso "um plic nos olhos só pra disfarçar" faz referência ao uso de colírio para esconder sinais de consumo de drogas, prática comum em ambientes noturnos e urbanos, reforçando o clima de transgressão e ocultamento.
A letra acompanha um personagem que se lança na noite "feito um avião", sem medo, mas que acaba ficando "sem rumo, perde sua direção". Expressões como "aperta um cigarro" e "na sua estiga, nunca quer voltar atrás" mostram uma busca constante por estímulo e intensidade, sem espaço para arrependimento. O personagem ganha fama entre "as bocas mais ousadas e mais loucas", indicando uma reputação construída nesse ambiente marginal. O trecho "a mais pura já vai ter que abrir" sugere que até os mais inocentes acabam sendo afetados pela dureza da cidade. Assim, "Sete Gramas" retrata a noite como um espaço de desafios e transformação, onde a resistência é testada e a vulnerabilidade pode atingir qualquer um, inclusive quem se julga intocável.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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