
Joga Bunda (part. Pabllo Vittar e Gloria Groove)
Aretuza Lovi
Empoderamento e celebração queer em “Joga Bunda”
“Joga Bunda (part. Pabllo Vittar e Gloria Groove)”, de Aretuza Lovi, vai além de um simples convite à dança. A repetição de “ela joga a bunda” funciona como uma afirmação de poder e autonomia sobre o próprio corpo, especialmente significativa no universo drag e na representatividade LGBTQIA+. O trecho “Ela é quem comanda / Tem carta na manga, dos passinhos ela manja” destaca o protagonismo feminino e queer, mostrando que as artistas não apenas participam da festa, mas também ditam as regras, celebrando autoconfiança e liberdade de expressão.
A menção ao “ritmo ragatanga” faz uma ponte com a nostalgia do pop brasileiro dos anos 2000, homenageando o grupo Rouge e inserindo a música em uma tradição de hits dançantes e inclusivos. O tom descontraído e divertido da letra, presente em versos como “Se a Aretuza convocou, a bunda eu vou jogar / Esse momento é meu, bee, eu não vou deitar”, reforça a ideia de diversão, empoderamento e irreverência. O videoclipe, com estética inspirada nos anos 1980 e as drags como estrelas de cinema, amplia essa mensagem ao mostrar a importância de sonhar alto, desafiar padrões e ocupar espaços de destaque com orgulho e atitude.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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