
Só Surubinha de Leve (Resposta)
Ariel Mançanares
Crítica ao machismo no funk em “Só Surubinha de Leve (Resposta)”
“Só Surubinha de Leve (Resposta)”, de Ariel Mançanares, se destaca por inverter a lógica da música original de MC Diguinho, confrontando de forma direta a cultura do desrespeito e da objetificação feminina presente em parte do funk. Nos versos iniciais, Ariel utiliza trechos da letra original de maneira irônica e crítica, como em “Taca bebida e depois taca pica e abandona na rua”, para evidenciar o absurdo e a violência dessas falas. Ao repetir essas frases, ela não as apoia, mas as expõe para questionamento, deixando claro seu repúdio: “É que eu fico indignada com o que os caras dizem / As mina só quer dançar, rebolar e ser feliz”.
Ariel vai além da crítica direta e propõe uma reflexão sobre consentimento e respeito: “É que não tem problema, se tem consentimento / C trata com respeito, mas olha o que tu diz”. Ela diferencia liberdade sexual de abuso, reforçando que o problema não está no funk ou na festa, mas na falta de respeito e na perpetuação de comportamentos machistas. O questionamento “E se fosse tua filha? Essa letra tá imunda” escancara o impacto real dessas mensagens, convidando o ouvinte a se colocar no lugar das mulheres e repensar atitudes. Assim, a música se posiciona como um manifesto contra o machismo, usando o próprio ritmo do funk para promover consciência e exigir respeito às mulheres.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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