
Filho do Quitandeiro
Arlindo Cruz e Sombrinha
Crônica bem-humorada e crítica social em “Filho do Quitandeiro”
“Filho do Quitandeiro”, de Arlindo Cruz e Sombrinha, transforma uma situação de infidelidade em uma crônica leve e irônica do cotidiano carioca. O personagem principal, o quitandeiro, aproveita sua posição de comerciante para conquistar mulheres casadas, oferecendo descontos e agrados, como nos versos “cobra a metade do preço / mamão, melancia, laranja e maçã” e “dá mais de um quilo de uva / e ainda abusa mandando gracejo”. Esses gestos, que poderiam ser apenas gentilezas, ganham um tom de malícia, já que são acompanhados de insinuações e até beijos, deixando claro o interesse além do comércio.
Apesar do tom descontraído, a música faz uma crítica social ao mostrar a reação da comunidade. Os moradores, especialmente os maridos, desaprovam o comportamento do quitandeiro e deixam claro que há limites para a esperteza, como na ameaça “vacilou, não sobe mais o morro do Juramento”. Essa frase, típica das comunidades cariocas, reforça a vigilância coletiva e a importância das regras de convivência. Assim, a música equilibra humor e crítica, retratando com autenticidade as relações e códigos sociais de um bairro popular, mostrando que, mesmo com carisma, a desordem tem consequências.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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